
Eu sou um defensor completo das equipas B's como forma de defender o jovem português, e permitir a ele evoluir numa Liga Profissional (Orangina), com competição a sério, e estar sempre disponível para integrar as convocatórias da Equipa A caso a sua evolução o justifique ou caso seja necessário.
Vejo isto com tão bons olhos, que até acho que ao existirem equipas B, nós, FCP, não necessitaríamos mais de ter tanta gente emprestada e mais e melhor que isso, poderiamos ter um 1º Plantel (equipa A) mais reduzida, para 21/22 jogadores, tendo como elementos transitórios os jovens que iriam estar no plantel B, que a ver por este ano poderiam ser, Alex Sandro, Iturbe, Kelvin e Christian Atsu.
Agora, o nascimento destas equipas B's tem de ser com leis e regras muito precisas, pois caso contrário temos o caldo entornado e acabamos de vez com o jogador português, per se.
As regras devem ser claras e simples:
- 75% dos convocados para qualquer jogo, tem de deter nacionalidade portuguesa;
- não ser possível jogar nenhum jogador com mais de 23 anos feitos, no dia inicial da competição.
Venho hoje tocar neste assunto, e disse-o que era mais global, porque apareceu hoje na imprensa, mais uma compra do nosso rival mais directo.
Ao todo já são 9 jovens, com idades inferiores a 18 anos, todos estrangeiros, e se estes jovens forem permitidos jogar todos na "B", então o jovem português está com graves problemas.
Pois se aquele clube o faz, todos os iram fazer e então teremos as equipas B cheios de estrangeiros de valor duvidoso, e os nossos jovens valores que vão acabando o percurso nos juniores são dispensados ou emprestados para outras andanças.
Para bem do futebol português, da própria selecção e da saúde financeira dos próprios clubes, é necessário a Liga "obrigar" a usarem 75% de portugueses nos 18 inscritos na ficha de jogo (basicamente é dizer que só se podem convocar 4 estrangeiros).
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